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Sinopse

Alphaville In Concert
Coliseu Porto - 18 de Novembro

 

Um dos grupos mais populares nos anos 80 regressa este ano a Portugal. Os alemães Alphaville, que em 1984 explodiram em todo o mundo com “Big In Japan”, “Forever Young” e “Sounds Like A Melody”, vão brindar o Coliseu Porto com a festa de dança e luz que carateriza os seus concertos.

O grupo de Marion Gold tornou-se parte da iconografia dos anos 80 logo com o álbum de estreia “Forever Young” e os três singles que foram Top 20 em vários países. Foram mais de 2 milhões de discos vendidos numa das estreia mais auspiciosas de sempre da “pop” europeia, enquanto nos Estados Unidos chegaram ao 1º lugar da “dance chart” da Billboard.

O segredo foi a fusão perfeita da faceta “crooner” de Bryan Ferry, a riqueza “pop” das canções dos Roxy Music e as batidas eletronicas dos compatriotas Kraftwerk, as principais influências dos fundadores Marion Gold e Bernard Lloyd, assíduos frequentadores e participantes do colectivo multimedia berlinense Nelson Community. O resultado foram canções épicas, fáceis de cantar e dançar, que invadiram as rádios e as pistas de dança de todo o mundo e puseram os Alphaville no circuito das grandes digressões mundiais de música eletronica ao lado e outros bastiões dos anos 80 como Dépèche Mode, Human League ou Ultravox.

Ao longo de 30 anos os Alphaville mergulharam a fundo na música eletronica e nos sintetizadores, produzindo discos cada vez mais ambiciosos que tanto os levaram a trabalhar com Klaus Schulze (Tangerine Dream) como com “remixers” de “house” e “techno”. Pelo caminho foram homenageados por artistas como Jay-Z, cuja versão “Young Forever” foi o 4º single de “The Blueprint 3”, o seu álbum de 2010 que venderia mais de 3 milhões de copias. São vários os concertos, inclusivé o de 2010 em Coachella em que a sua versão dos Alphaville é cantada em dueto com Beyoncé.

O experimentalismo levou-os a espaçar cada vez mais edições: 3 álbuns nos anos 80, 2 nos anos 90, 1 nos anos 00 e 2 na presente década, incluindo o que sai em Abril de 2017 com selo da Universal, “Strange Attractor”. Mas a discografia cresceu com o crescimento da “Eletronic Dance Music”: cíclicas compilações, discos de remisturas, DVDs e álbuns ao vivo gravados em concertos um pouco por todo o mundo, de Salt Lake City a Joanesburgo. Desde 2004 que os Alphaville estão na estrada com uma nova formação que acabou por evoluir para o modelo cássico: baixo, bateria, guitarra, teclas e voz. A voz, essa é a inconfundível de Marion Gold: «Sempre jovem» e «a soar a melodia».

 

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